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Distrito 4780- Santiago/RS
Rotaract Club é um programa internacional do Rotary, que congrega jovens de 18 a 30 anos de idade que acreditam que podem construir um mundo melhor.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Quinta-feira,as 8h,Rotaract na Rádio Santiago.
domingo, 13 de junho de 2010
Para reflexão: Nino quer um amigo

Nino vivia triste. Ele se sentia sozinho. Ninguém queria ser amigo dele.
Pobre Nino.
Um dia, na praia, ele ficou esperançoso de encontrar um amigo.
- Ah, um menino. Quem sabe..., e tentou chegar perto dele.
Mas o menino virou para o lado, cavou um buraco.
E ainda jogou areia no Nino.
Coitado dele.
Outro dia, na escola, ele tentou puxar conversa com uma colega de turma. Olhou para a menina, que era toda sardenta, uma graça. Esboçou um sorriso e tentou puxar assunto.
Mas estava tão acostumado a ficar calado e sério que as palavras demoraram a sair de sua boca.
A menina bonitinha desistiu de esperar que ele dissesse alguma coisa. Virou-se de costas e foi brincar com uma amiga.
Tadinho do Nino.
Nem os animais pareciam querer ser seus amigos.
Uma tarde, Nino viu um menino com um cão passeando na praça.
Ficou com vontade de agradar o cachorro, mas ficou com medo de que ele mordesse.
Fez um agrado bem tímido.
O cão nem aí para ele.
Que pena, Nino.
Até que um dia, ele tinha desistido de procurar.
Pensando em por que quanto mais tentava encontrar um amigo, mais sozinho se sentia...
Ficou distraído, pensando, e adormeceu.
Quando acordou, olhou-se no espelho.
Enquanto escovava os dentes, percebeu que fazia muitas caretas.
Achou engraçado. Enxaguou a boca e continuou brincando com o espelho.
Era riso daqui, riso de lá. Era língua do Nino e língua do espelho. Piscadela aqui, piscadela ali. Começou ali uma verdadeira folia. Era um jogo de reconhecimento entre Nino e sua imagem no espelho. E não é que Nino era bem engraçadinho? Ele mesmo nunca tinha reparado nisso antes.
Que cara legal era o Nino.
Que garoto charmoso, bem-humorado!
Nino ficou encantado com seu espelho.
Fez-se ali uma grande amizade.
E depois dessa amizade surgiram muitas outras.
Nino hoje é um cara cheio de grandes amigos. Incluindo ele mesmo.
Valeu, Nino.
Tenham todos uma ótima semana!
sábado, 12 de junho de 2010
Apoiadores do 1° Arraial do Clube União
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Neste sábado,a partir das 14h, Rotaract na Rádio Central FM.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O valor do Companheirismo
Por: Themístocles A. C. Pinho
Dedico-me ao Rotary há vários anos e, por diversas oportunidades, servi à nossa instituição de diferentes formas, orientando governadores em assembléias internacionais – particularmente nos assuntos relacionados à Fundação Rotária – e, mais recentemente, nos temas ligados ao desenvolvimento e à retenção do nosso quadro social.
Sobre a conseqüência dessas atividades, e também sobre outros variados assuntos, muito já escrevi e tive a oportunidade de falar. Porém, recentemente me vi envolvido pela idéia de um exame mais profundo acerca de um tema que – posso afirmar – é uma das bases do Rotary: o companheirismo. As idéias surgiram, algumas formas de abordar o assunto foram se materializando em minha mente e, aos poucos, fixei-me na forma que ora passo a expor.
O valor da amizade
Como ponto de partida, reproduzirei de forma resumida uma história que eu ouvi recentemente:
Um dia, um viajante vinha por uma estrada montado em seu cavalo e acompanhado do seu cão. Como sentiam muita sede, os três procuraram um local para beber água. Foi quando o viajante viu um lugar muito bonito, com portões dourados, tendo na sua entrada uma guarita toda em mármore branco, onde um homem estava postado. Da entrada, o viajante visualizou ao fundo de uma alameda toda pavimentada em ouro uma linda fonte que jorrava água límpida e fresca. Dirigiu-se então ao homem da guarita e perguntou: “Senhor, meu cavalo, meu cão e eu estamos com muita sede. Será que podemos beber um pouco daquela água que jorra da fonte?”
“Sim” – respondeu o homem – “mas apenas você. O cavalo e o cão não poderão entrar.” O viajante recusou a oferta e seguiu viagem. Mais adiante, ele encontrou uma velha porteira de madeira semi-aberta, e viu na beira do caminho de terra um homem sentado debaixo da sombra de uma árvore frondosa. Olhando mais adiante, viu que no final do caminho também havia uma fonte. O viajante perguntou ao homem: “Senhor, eu, meu cavalo e meu cão estamos com muita sede. Será que podemos saciá-la naquela fonte?” E o homem respondeu: “Claro, podem entrar. Todos são bem-vindos”.
Os três entraram e beberam da água. Feito isso, o viajante perguntou ao homem como se chamava aquele local. E ele respondeu: “Aqui é o céu”, ao que o viajante retrucou: “Mas senhor, antes de aqui chegarmos, encontramos um local lindo e aparentemente hospitaleiro que parecia ser o céu. Como se chama aquele lugar?” E o homem respondeu: “Lá é o inferno”.
Os três amigos voltaram à estrada, e o viajante entendeu a razão da diferença: ao contrário do céu, no inferno não há lugares para os amigos e companheiros.
Amizade em prol da ação
Essa foi a síntese de uma história ouvida em uma palestra sobre companheirismo realizada na Conferência do Distrito 4560, ocorrida em Monte Sião, MG. Ouso completar a história afirmando que o viajante preferiu ficar solidário com seus amigos de viagem a saciar sua sede, demonstrando a importância que esse relacionamento deve ter. Dirão alguns: “É uma bela história, mas o que ela tem a ver com o tema proposto?” Amigos, podemos afirmar: tem tudo a ver!
Precisamos ver o companheirismo com olhos diferentes, como apoio, solidariedade, verdadeira parceria em todos os sentidos – e sob todos os aspectos, entre nós e com o mundo – e não apenas como o companheirismo pelo companheirismo, o companheirismo pela pura conversa, boa e descontraída, ou pela cerveja bem gelada das reuniões. O que devemos ver no companheirismo é muito mais que tudo isso, como recentemente lembrou o EDRI Alceu Antimo Vezozzo: “O companheirismo é uma forma de colocar as pessoas em ação”.
O Rotary precisa, e muito, que sejamos amigos e companheiros. Mas só isso não basta. Devemos olhar e cuidar da comunidade, pois ela é a origem e o “fórum” do Rotary; os clubes devem tentar fazer com que pelo menos 50% de suas atividades estejam voltadas às suas próprias comunidades; o Rotary, como uma organização humanitária, deve se abrir para o mundo todo.
Assim, o companheirismo, a comunidade e a humanidade devem ser as peças-chave, os enfoques dominantes de nossa atuação, para que possamos atingir no segundo centenário do Rotary o mesmo sucesso obtido nestes primeiros cem anos que estamos prestes a festejar. Já se disse que o Rotary é “uma grande catedral que precisa ser aberta à comunidade”.
Porém, tudo isso só será alcançado quando fizermos do companheirismo não a causa ou o fim, mas a forma e o caminho para obtermos e promovermos tudo que deve ser feito. Precisamos saber aproveitar o companheirismo como alguns poucos de nós o fazem, multiplicando esforços em prol do bem comum e dos mais necessitados.
Matéria Retirada do site http://www2.brasil-rotario.com.br/
Themístocles A. C. Pinho


